Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Economia na China

 

O Acordar da China

A China praticamente "acordou" e começou o seu rápido crescimento em 1978, quando Deng Xiaoping tomou o poder. Escolhendo o modelo de desenvolvimento dos vizinhos "tigres asiáticos" (Hong Kong, Singapura, Taiwan e Coreia do Sul), então em franco crescimento, adaptou-o às próprias necessidades, com as devidas correções. A partir daí, não parou de crescer, tendo-se tornado o país com a mais alta percentagem de crescimento no mundo.
Deng Xiaoping estava convencido de que um país não se pode tornar uma grande potência política, se não for também uma potência económica.

 

Novas Mudanças surgiram. Nos últimos vinte anos, a China:

  • abandonou o planeamento económico centralizado e os planos quinquenais da época de Mao;
  • abandonou a colectivização das terras e o sistemas das "com unas", passando a um sistema em que o trabalhador recebe a metade do que produz;
  • reformou o sistema da gestão das empresas estatais;
  • Incentivou o desenvolvimento do sector privado, estimulando o surgimento de empresas de condução familiar;
  • Atraiu o mais possível o capital externo, criando condições mais favoráveis aos investidores estrangeiros, especialmente em determinadas regiões.

 

Economia da República Popular da China

A Economia da República Popular da China é - depois dos Estados Unidos da América, do Japão e da Alemanha - a quarta maior economia do mundo. Em termos de produto interno bruto, com um volume de 2,2 trilhões de dólares (18,2 trilhões de yuans). 70 % do produto interno bruto é derivado do sector secundário e terciário. A economia do sector público é dominado por cerca de 200 empresas estatais grandes que actuam nas áreas de utilidade pública e indústria pesada .A República Popular da China faz parte do tratado internacional chamado APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation), um bloco económico que tem por objectivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio. 60% da população dedica-se à agricultura, que visa o atendimento do mercado interno: trigo, milho, arroz e cereais. A China é um país rico em recursos minerais e energéticos: ferro, manganês, tungsténio, estanho, carvão mineral e petróleo. A industrialização torna-se cada vez mais forte no país e é diversificada.

A nível da agricultura

 

Na agricultura a china produz aproximadamente 450 milhões de toneladas de grãos, e quase meio bilhão de suínos, é o maior produtor de arroz, hortifrutigranjeiros, trigo e o segundo em milho. O aumento de produtividade ocorrido nos últimos anos permitiu o país dobrar sua produção agropecuária. A modernização da agricultura permitiu que nos últimos anos os chineses pudessem consumir alimentos que antes da revolução verdes eram inimagináveis. As maiores transformações ocorreram na cidade com a expansão rápida dos sectores industriais e de serviços, principalmente depois das reformas economicas dos anos 80.

 

A nível da Industria

No sector industrial a China ultrapassou os seus maiores concorrentes tornando-se  maior potência industrial do mundo contemporâneo, em alguns sectores de ponta como computadores, electrodomésticos e aço a China já é de longe o maior produtor e consumidor mundial.

Na mineração, o país tornou-se o maior produtor de carvão com mais de 1,7 bilhão de toneladas aumentando em muito também a produção de petróleo e ferro (1º do mundo). É também o maior consumidor mundial de carvão, que assegura dois terços das necessidades energéticas do país.

 

publicado por asiapacifico às 09:53
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